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Toco na tua pele, e os meus dedos colam-se aos teus.
Questiono este fenómeno, e tu respondes que é gasoso, como os sonhos.
Feitos de algo que se dissolve, que não é palpável, algo criado pelo inconsciente, que na realidade, não é sólido, nem líquido, mas sim gasoso, como os sonhos.
E eu, lúcida das minhas ideias, nego.
E renego.
E tu questionas o meu estado apreensivo.
Não líquido, mas sólido.
E eu respondo: "Quem me dera voltar aos dias em que se trocavam batatas por couves, e a existência humana era pouco questionada entre os comerciantes e estabelecidos".
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