se não fosses tu a ouvir-me já me tinha perdido. Saturday, June 16, 2007
paixão platónica inconcebível
se não fosses tu a ouvir-me já me tinha perdido. Thursday, May 24, 2007
not for you, my love, not tonight
Thursday, April 19, 2007
miudas suburbanas part I

Tuesday, January 02, 2007
combustão cerebral prestes a explodir
Quase quase e não sei onde pára. Tuesday, December 19, 2006
19.12.06 - paixões in//rasputine

Há um ser que se quer conhecer, por isso se isola e limita o seu espaço ao conhecimento próprio, para se apaixonar pelo mesmo. Para então poder abrir as portas e se inaugurar (dentro do que já era, mas mais absorvido na sua consciência) a outras pessoas com quem deseja partilhar esse seu salão, esse seu mundo. Essa sua pessoa. Esse seu ser que não o vai abandonar por mais que fuja da sua própria sombra.
Sunday, December 17, 2006
"my brain is a mess"
Saturday, December 09, 2006
pára de respirar em cima de mim
Contam-me histórias nos sonhos, e acordam-me quando não estou a sonhar.
Desfiguram-se em dentes caninos e aumentam a minha circulação sanguínea.
Mas amanhã já não se desfiguram...
Só que nunca mais é amanhã...
Thursday, November 30, 2006
estudos segundos//royale devaneium

questioná-lo.
"Vou-me sentar naquele sofá porque é mais confortável. Mas assim fico sem contacto visual com a pessoa que está à minha frente... Que se lixe, vou para o sofá. É mais confortável."
Wednesday, November 29, 2006
estudos urbanos
Sunday, November 12, 2006
nesta latrina a que é que cheira..?

ligado ao cérebro. Ao cérebro estatelado pelo coração e pela alma.
Vorazmente, com mais necessidade que apetite.
uns aos outros. e não me deixam expandir.
para saber que ainda o estou.Inutilidade, fraqueza, tristeza. Eza Eza Eza Eza. Falta a beleza. É difícil encontrá-la. O mal. O terrível mal. O homem da capa preta que desfigura os belos só porque o são.
meu pensamento racional egoísta.
Monday, October 16, 2006
Thursday, September 14, 2006
só lê nas entrelinhas quem sabe, e quem me sabe sou eu
And as I climb into an empty bed
Oh well. Enough said.
I know it's over - still I cling
I don't know where else I can go
Oh ...
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
See, the sea wants to take me
The knife wants to slit me
Do you think you can help me ?
Sad veiled bride, please be happy
Handsome groom, give her room
Loud, loutish lover, treat her kindly
(Though she needs you
More than she loves you)
And I know it's over - still I cling
I don't know where else I can go
Over and over and over and over
Over and over, la ...
I know it's over
And it never really began
But in my heart it was so real
And you even spoke to me, and said :
"If you're so funny
Then why are you on your own tonight ?
And if you're so clever
Then why are you on your own tonight ?
If you're so very entertaining
Then why are you on your own tonight ?
If you're so very good-looking
Why do you sleep alone tonight ?
I know ...
'Cause tonight is just like any other night
That's why you're on your own tonight
With your triumphs and your charms
While they're in each other's arms..."
It's so easy to laugh
It's so easy to hate
It takes strength to be gentle and kind
Over, over, over, over
It's so easy to laugh
It's so easy to hate
It takes guts to be gentle and kind
Over, over
Love is Natural and Real
But not for you, my love
Not tonight, my love
Love is Natural and Real
But not for such as you and I, my love
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
Oh Mother, I can feel the soil falling over my ...
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
Oh Mother, I can even feel the soil falling over my head
Oh Mother, I can feel the soil falling over my head
Oh Mother, I can feel the soil falling over my ...
I know it's over - The Smiths
Friday, August 25, 2006
por su calor, por su aliento
café com cianeto
- Como está?- Já tive dias melhores..
Começo-me a questionar sobre a crueldade. Cru-eldade, que poderia vir de cru, como irmandade vem de irmão(s). Crueldade ou ruindade.
Sugiro crueldade, porque à primeira vista o que vejo é cru. Porque as pessoas no seu fundo têm consciência do que são ou do que mostram ser.
Teremos no nosso esoterismo contas a pagar? Mudam as nossas auras de côr dia a dia? Ou será que o corpo é que paga e a terra se move por arrasto?
Friday, July 21, 2006
bacia dormente

Estou tão cansada.. Dói-me tudo. Tenho a mente perturbada. Mas o sorriso não se desfaz. Pego no telefone mas não sei a quem ligar. Só quero que me dêem uma resposta pois estou muito confusa. Invento algo de novo todos os dias. Mas com os meus playmóbis não sei eu brincar.
Mas será assim tão díficil? Sinto-me como uma pessoa fora de mim a tentar-me compreender. Agora sim, entendo, quando as pessoas me dizem que não são capazes de me compreender. A quem é que eu ligo? Que faço? Vou chorar ao mar? Enrolo-me na areia e abro a porta para o destino ao acaso?
Se faz favor, é uma marcação para um hotel onde se possa dormir um mês de seguida sem estupefacientes que molestem o meu corpo.
Quero também consultar o catálogo dos duendes por encomenda. Para as lides.
Só vejo cicatrizes exteriores, por isso não há saliva que cure as interiores. Se há, onde se vende? Onde estão os ditos frascos? Porque páram de jorrar as lágrimas que molham o leito em que nos deitamos? Porquê tantas perguntas? Será que vou recuar no tempo e voltar à facilidade das dores de crescimento?
Saturday, July 01, 2006
o que transcende o pós-evidenciamento
Dissertar asneiras e maus-cumprimentos.
Viajar no alucínio da música que nos transmite sem sabermos, exactamente aquilo que queremos.
Chegar a casa, olhar para um monitor que escreve o que comandamos e ouvirmos a certa batida que nos permite viajar.
Roça o desagradável, mas se é disso que o nosso cérebro necessita porquê o evitar?
Bater com panelas no quarto do vizinho do lado enquanto este descansa só porque precisamos da atenção nem que seja do seu cão a lamber-nos os pés, será então ainda mais desagradável com esta batida maravilhosa.
E?
E o quê?
Ter a certeza que somos loucos para não nos debatermos se o somos ou não. Mas ao mesmo tempo ter a possibilidade de nos debatermos com isso porque nos elucida sermos loucos.
Desdobrar um guardanapo no café central entre amigos de cafés e copos, escrevendo coisas disparatadas como o ciclo da nossa lucidez, de modo a ver os seus intestinos despojados entre batatas fritas e beatas mal apagadas.
O que eu gostava é que alguém me explicasse porque é que as estaladas no meu rosto fazem eco. Será que é por consigar dá-las? E não dar a quem mais merece? Somos auto-críticos no seu próprio exagero de auto-criticismo. Dá-me náuseas mas ao mesmo tempo não me dá, porque isso, acaba por ser como um wonderbra. Não no modo como suporta ou evidencia os seios. Mas sim, do modo, como a pessoa que o usa, deseja evidenciar algo que chame a atenção para si de outros seres.
É TUDO! UMA! ILUSÃO!
Torna-se evidente que não me apetece desenvolver mais o assunto. Ficará então para outro dia.
Thursday, June 01, 2006
bolero sonambulo

estou fodida.bate pior hoje que ontem.o coração é o único órgão que nos mantem vivo. se ele não bombear sangue para o resto do corpo, deixamos simplesmente de viver. e se o meu pára agora? não quero.. mas não o posso combater.sonhar de intermédio, é sonhar antes de se começar a adormecer e realmente se começar a sonhar. ontem nesse sonho de intermédio vi-me por debaixo de uma máquina que estava bastante perto do chão. e fiquei lá fechada. foi claustrofóbico. anteontem, imaginei-me sem poder nas pernas. foi aterrador. estou a pensar escrever uma carta ao presidente da república para a enviar a alguém para nos aumentar os dias. 24 horas não chegam. é muito pouco.
e este texto também não chega!!!!estas parvoíces para aqui ditadas também não chegam!!! quero ser um cliente mal-disposto com a vida só porque a noite de ontem não lhe correu bem e indispostar os vendedores que estão ali para me agradar...
a taquicardia sente-se no teclado. e tu sentes-me o cheiro ao longe. nem sequer estou em período fértil, ou talvez esteja, devido ao teu faro. se calhar és mais que um cão farejador. um daqueles cães a que faço festas esquecendo-me que tenho que apanhar o transporte público para ir servir o "consumismo".
forçar o choro, será saudável? expulsar a dôr em imagens tontas e palavras sem sentido. chocar pessoas que não se conhece bem e expôr os nossos intestinos em cima da mesa para que lhes possam tocar.








